“O COLECIONADOR DE LEMBRANÇAS” NOVO LIVRO DE PAWLO CIDADE TEM LANÇAMENTO NESTE FIM DE SEMANA NA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS.
Em breve, o livro será lançado também nas localidades de Barra Grande e Taipu de Fora, na Feira Literária de Serra Grande e na Feira Literária do Sul da Bahia.
A Editora Teatro Popular de Ilhéus e o escritor Pawlo Cidade lançam o livro “O Colecionador de Lembranças”, na próxima sexta-feira, dia 07 de outubro de 2022, às 19 h, na sede da Academia de Letras de Ilhéus. A edição é a mais nova produção da editora literária ilheense, que vem promovendo nos últimos anos nomes de renome nacional a exemplo de Sosígenes Costa e Jorge de Souza Araújo, assessorando novos escritores com equipe para serviços de edição, diagramação e impressão e que possui um catálogo composto por mais de 30 obras publicadas. Em breve, o livro será lançado também nas localidades de Barra Grande e Taipu de Fora, na Feira Literária de Serra Grande e na Feira Literária do Sul da Bahia.
Pedagogo, especialista em gestão cultural pela UESC, Pawlo Cidade atualmente preside as atividades da Academia de Letras de Ilhéus, na qual ocupa a cadeira de número 13, que pertenceu ao seu fundador, Jorge Amado, e posteriormente a escritora Zélia Gattai. Com 20 livros publicados, o autor ilheense que vem se destacando no cenário literário baiano e nacional lança agora sua vigésima-primeira ficção “O Colecionador de Lembranças” que aborda o cotidiano dos moradores da Vila de Santa Maria, lugarejo “situado historicamente na primeira década do século passado em terras ilheenses, numa leitura profunda e agradável, bem ao estilo do autor e seu realismo mágico”, segundo o historiador e poeta André Luiz Rosa Ribeiro.
Na opinião do escritor e tradutor Ivo Korytowski, “Pawlo Cidade é um cultor contemporâneo do realismo fantástico ou mágico, gênero de que a América Latina de língua espanhola foi pródiga na segunda metade do século XX (autores como Júlio Cortázar, Gabriel García Márquez, Isabel Allende alcançaram fama internacional) e que, no Brasil, cujo ambiente literário foi dominado por mais de meio século pelo modernismo, manifestou-se sobretudo na teledramaturgia, em novelas de enorme sucesso como Saramandaia, Roque Santeiro, O Bem Amado. Mas conquanto a obra tenha muito de ficção, obras de autores contemporâneos como Eliezer Moreira e Pawlo Cidade mostram que, em pleno século XXI, nosso velho “regionalismo” continua vivo. Podemos afirmar que O colecionador de lembranças já nasce um clássico da literatura ilheense!”.
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